Indivisível
É o leito e a lenha que alimenta
O nascer do silvo desdenhado
Gritos e gemidos diluíveis
Indefinível
São os olhos de estátuas vigorosas
Paixão de ascos e regressos
Ventres e portas de dois sóis
Indescritível
É seu atirar de sorrisos
De abraço ao nascer
Mares e fazeres abandonados
Irresistível
O voar de algas roxas
O abrir de botões e de peles
O pulsar de alvos...
Vivos
Escrito por Marcel às 00h21
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