O que odeiam
Cai na calçada, do meu bolso, uma moeda
Ninguém ouve o seu som ou vê o seu brilho
Ela fica estaticamente despercebida
Implorando por ser recolhida
Por uma mão que a enxergue
O dia do ocidente obscurece a visão
O barulho intermitente nos causa medo
Medo de neuroses desconhecidas
De amar humanamente sóbrio
Tal solidão de alegre hábito
E todos passam por ela, minha...
Sorrisos de brancos hálitos
Não percebe o sabor contido
Nunca antes sentido
Despejado do meu bolso
Pela condição de viver Sem amar o morrer
Escrito por Marcel às 14h32
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